estive ontem no fenarte para assistir a mulher que ri e tive a grande oportunidade de conhecer a tão ousada e diferente exposição viva da cabana extemporânea, onde inclusive tive a benção de dar uma lida em um dos livros da sua prateleira “mãos de luz” que me despertou atenção.
o mais agradável foi poder desfrutar do som experimental tirado de partes de instrumentos dos dois simpáticos garotos que alí estavam, tal como as engenhócas da artista como os violinos e as bolsas d’água nas geladeiras…
parabéns pelo experimento agradável, diferente e curioso!
Obrigado, Eduardo Faria, por ter prestigiado de corpo presente nossa obra. Os músicos tocando a harpa de piano eram André Sztutman e Pedro Maia de Resende; as engenhocas são de Silvia Mharques. Volte quando quiser para ver as novas produções. Abraço.
caro andré,
estive ontem no fenarte para assistir a mulher que ri e tive a grande oportunidade de conhecer a tão ousada e diferente exposição viva da cabana extemporânea, onde inclusive tive a benção de dar uma lida em um dos livros da sua prateleira “mãos de luz” que me despertou atenção.
o mais agradável foi poder desfrutar do som experimental tirado de partes de instrumentos dos dois simpáticos garotos que alí estavam, tal como as engenhócas da artista como os violinos e as bolsas d’água nas geladeiras…
parabéns pelo experimento agradável, diferente e curioso!
sucesso!
eduardo faria
Obrigado, Eduardo Faria, por ter prestigiado de corpo presente nossa obra. Os músicos tocando a harpa de piano eram André Sztutman e Pedro Maia de Resende; as engenhocas são de Silvia Mharques. Volte quando quiser para ver as novas produções. Abraço.